Por razões que a própria razão "não" desconhece, que estarei expondo em próximas postagens, a partir dessa data as novas postagens desse nosso blog não mais estarão sendo feitas aqui nesse espaço...
As matérias estarão sendo postadas em novo endereço filosofandoecompartilhando.blogspot.com selecione e cole/digite no seu navegador...
As anteriores continuarão disponíveis aqui nesse endereço...
Faço uso da oportunidade para agradecer a todos que de uma forma ou de outra fizeram/estão fazendo com que esse nosso espaço tenha alcançado toda essa grandeza intelectual e espiritual...
Seja com suas visitas, seus comentários, seus envios de matérias, enfim me é muito prazeroso compartilhar com todos vocês esse nosso cantinho...
A todo(a)s um ótimo fim de semana e ótimo feriadão de carnaval...
Domenico proferiu palestra na Uniasselvi - Indaial -SC.
O sociólogo italiano, autor de livros revolucionários como “O ócio criativo”, Domenico de Masi, ministrou a palestra “Docência: criatividade e inovação para a geração do século XXI”, ontem, no Teatro Michelangelo, da Uniasselvi em Indaial.
Domenico de Masi iniciou a palestra falando sobre o ensino das escolas no Brasil, onde as matérias são técnicas ao invés de se voltarem para a música e a literatura, como acontecia na Mesopotâmia, na escola de Platão e Aristóteles.
Na Sociedade Industrial, para De Masi, os indivíduos estão separados em três classes, divididas pela forma como unem trabalho, estudo e lazer. “É possível trabalhar, se divertir e aprender ao mesmo tempo, este é o ócio criativo”, diz. É a capacidade de desenvolver o intelecto unindo trabalho, estudo e lazer.
Pós-modernidade
De Masi ressalta os valores que serão preservados na pós-modernidade. Assim, na visão do sociólogo a vida do ser humano será conduzida pelos seguintes valores: Intelectualização – o ser humano só produz por meio do cérebro. Criatividade – para poder projetar o futuro. Emotividade – despertar sentimentos Estética Individualidade Subjetividade
Feminização – as mulheres estudam mais do que os homens e por isso se destacarão. Reestruturação do tempo e do espaço – poder estar em vários lugares ao mesmo tempo, tele trabalhar, tele amar e tele se divertir. Qualidade de vida – viver bem por maior tempo, usando o ócio criativo. O ser humano dará maior valor à qualidade de vida. O sociólogo fala ainda sobre a divisão da sociedade entre pessoas digitais e analógicas. “Os digitais são os inovadores, aqueles que têm facilidade com a informática, a tecnologia, os que são otimistas, que gostam do trabalho e do lazer. Já os analógicos, são os conservadores, aqueles que recusam a tecnologia em prol da burocracia, tem medo de doenças e dizem que a época anterior foi melhor”, avalia. Além disso, De Masi ressaltou que para haver crescimento, os países tem de produzir ideias, como acontece nos países de primeiro mundo. “A hora de trabalho tem um valor muito elevado nos países de primeiro mundo e muito reduzido nos países de terceiro mundo, fazendo com que as fábricas se instalem nos países emergentes”, ressalta. Nesse panorama, a escola tem que formar jovens criadores de ideias.
Daqui até 2020
De Masi menciona pontos da sociedade pós-industrial, que segundo seu pensamento, estão previstos para acontecer até o ano de 2020:
Longevidade – as pessoas viverão bem até os 100 anos.
Os cegos poderão ver por meio de dispositivos. Todos os automóveis serão híbridos, ecologicamente corretos.
Um chip de computador terá a mesma capacidade do cérebro humano.
Os processadores serão mais potentes que os atuais. As biotecnologias e o curso de Engenharia Genética serão os mais procurados.
As pessoas serão trabalhadores integrais, impulsionadas pela motivação.
Será criada a farmacologia, onde os sentimentos das pessoas poderão ser modificados ou inibidos.
Serão bem sucedidos somente as pessoas honestas.
A estética será o principal fator competitivo.
A partir dessas características, De Masi menciona como a escola deverá mudar para conseguir acompanhar a sociedade.
Escola para o futuro
Como deve ser a escola no futuro?
O sociólogo faz a comparação entre a sociedade rural, industrial e a pós-industrial. “A sociedade rural era de poucos para poucos, a industrial de poucos para muitos, e a pós-industrial será de muitos para muitos, como já acontece no Bolshoi Brasil”, explica.
Ensinar e gerenciar bem o tempo e o espaço, desenvolver a criatividade, projetar o futuro, dar importância para a estética e para a felicidade humana, praticar a dignidade, a economia solidária, segundo De Masi essas serão as peças fundamentais para a escola do futuro.
Enquanto a presidente vai na Globo pra mostrar como fazer omelete...
Deputada cadeirante fica presa em avião em SP*
A deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) ficou presa por duas horas no interior de um avião na noite desta quarta-feira (2) no aeroporto internacional de Guarulhos (Grande SP) após se recusar a sair sem o equipamento adequado para desembarque de cadeirantes. A deputada é tetraplégica.
Gabrilli estava no voo 3563 da TAM, que vinha de Brasília e chegou por volta das 21h de ontem. O avião parou em posição remota no interior do aeroporto, fora das aéreas de fingers (passarelas que ligam os portões de embarque às aeronaves). Neste caso, o desembarque de passageiros com mobilidade reduzida deve ser feito com ambulift (espécie de carrinho com elevador).
Segundo a deputada, apenas em terra a TAM informou que os aparelhos da empresa e da Infraero estavam quebrados, e que ela seria carregada por um dos comissários para fora da aeronave.
"Bati o pé e disso que eu não iria. Chovia forte no momento e estou com tosse. O risco é muito grande para uma pessoa como eu e o aeroporto deve ter os equipamentos necessários para estes casos."
Ainda segundo Gabrilli, funcionários da TAM tentaram convencê-la alegando que haveria demora na solução do impasse, uma vez que os equipamentos estariam quebrados há um mês e meio.
Solidários, os comissários da aeronave acionaram a torre de controle do aeroporto para usarem um dos fingers para o desembarque da deputada. Mas o procedimento não foi autorizado.
Uma resolução da Anac (agência que regula a aviação civil no país) obriga as empresas aéreas ou operadores de aeronaves a assegurar o movimento de pessoas portadoras de deficiência entre os aviões e o terminal com dispositivos adequados para efetuar, com segurança, o embarque e desembarque.
A deputada disse que chegou a acionar a Anac, mas a agência não demonstrou interesse pelo caso.
Apenas por volta das 23h, funcionários da TAM conseguiram um ambulift que estava fora de uso e fosse liberado pela Infraero apenas para a retirada da deputada.
"Tomei chuva e a pessoa responsável pelo aparelho não me amarrou (colocou o cinto de segurança). Foi minha assistente que prendeu o cinto de segurança com o ambulift em funcionamento. Ninguém teve essa atitude. Os funcionários não tem o preparo necessário ainda."
A reportagem entrou em contato com a Infraero e a TAM, mas até às 4h de hoje não obteve resposta.
Congonhas
O arquiteto Fernando Porto de Vasconcellos, 71, sofreu um acidente durante o uso do ambulift no aeroporto de Congonhas (SP) no dia 11 de dezembro de 2010.
Cadeirante desde que sofreu um AVC (acidente vascular cerebral), Vasconcellos estava com uma funcionária da Gol quando uma freada brusca do carro fez a acompanhante cair sobre a cadeira de rodas. Ele foi arremessado ao chão e bateu a cabeça.
A Infraero, responsável pelo ambulift, diz que não há cintos para prender as cadeiras e que elas são travadas. Foi aberta uma sindicância para investigar acidente.
*do "Cotidiano" da Folha ( http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/883680-deputada-cadeirante-fica-presa-em-aviao-em-sp.shtml )
Memorando do Gerente de Relações Humanas para as secretárias de uma grande empresa:
'Recomendamos a todas as mulheres da empresa, que ao solicitar xerox através de bilhetes, o façam com propriedade e com frases completas.
A grande maioria dos bilhetes recebidos têm causado alguns problemas aos nossos colegas de trabalho, colocando em risco, inclusive, a paz nos seus lares, quando por acaso esquecem os bilhetes nos bolsos de suas roupas.
Como exemplo, abaixo transcrevemos algumas dessas solicitações de cópias.'
'Márcio, seja bonzinho ...Faça igual a última vez ... Please!'
'Joãozinho... Quero quatro rapidinhas!'
'Zeca, hoje eu tenho que ser a primeira porque estou mais necessitada!'
'Márcio, quero dos dois lados e presta atenção: atrás tem que caber tudo!'
'Toninho, por favor... Coloca na frente pra mim, vai ...'
'Joãozinho, presta atenção, estou muito angustiada ...Estou atrasada!'
'Toninho, tira o mais rápido possível, porque o gerente também vai querer..'
'José, por favor, devagar, com carinho, porque quero bem feito.'
'Zeca, cuidado! É comprido e largo.... Posicione direito para que não fique nada de fora.'
'Carlos, será que dá pra entrar no meio sem que ninguém perceba e tirar uma rapidinha?'
A cada nova elevação do salário mínimo, a pergunta ressurge: o aumento será repassado aos aposentados que recebem benefícios acima do piso legal?
O blog fez a indagação ao ministro da Previdência, Garibaldi Alves. E ele: “Essa possibilidade, no momento, inexiste”. Alega falta de caixa.
As contas da Previdência registraram, em janeiro de 2011, leve melhora. O déficit do mês foi de R$ 3,02 bilhões, 23,5% abaixo do auferido em janeiro de 2010.
Nada que permita ao governo, porém, elevar as aposentadorias. “Não é, ainda, o suficiente”, disse Garibaldi ao repórter.
As preocupações do ministro não se restringem a 2011. Ele olha para 2012, ano em que o mínimo vai dos recém-aprovados R$ 545 para mais de R$ 600.
“O mínimo que vem aí, em janeiro de 2012, deve ficar em torno de R$ 616. Isso também traz alguns sinais de alerta e preocupação”.
O ministro disse, de resto, que não há “nada de oficial” quanto a mudanças pontuais nas regras da Previdência. Por ora, "só preocupações e cogitações".
Nesta semana, Garibaldi vai procurar o ministro Antonio Palocci (Casa Civil). Deseja agendar um encontro com a presidente Dilma Rousseff.
Para quê? Busca “obter da presidenta uma sinalização clara do que quer o governo” para a área da Previdência.
Entre as inúmeras atrações imperdíveis na lista dos turistas que visitam Dresden está a histórica Dresdner Molkerei, uma leiteria especializada em queijos que funciona no moldes de antigamente e que graças a sua beleza consta no livro Guinness de Recordes.
O que impressiona o visitante é o colorido no interior desta charmosa leiteria de Dresden, cidade do Leste alemão que já é conhecida por suas atrações em estilo barroco. Em décadas passadas, as lojas especializadas em laticínios eram comuns na Alemanha – e também no Brasil. Fundada em 1880 com o nome Gebrüder Pfund, desde 1998 ela está registrada no Livro Guinness de Recordes, como "a leiteria mais linda do mundo".
Todas as paredes, do chão ao forro, são revestidas com azulejos coloridos. Não há espaço nos 248 metros quadrados do recinto que não esteja pintado à mão com motivos pastoris, crianças, animais e flores dos mais diversos tipos. Os alegres e coloridos motivos nos azulejos foram inspirados nas famosas porcelanas da cidade holandesa de Delft.
Crescimento rápido
Tudo começou em 1879, quando o fundador da leiteria, o agricultor Paul Gustav Leander Pfund, deixou o vilarejo de Reinholdshain levando a esposa e seis vacas para se instalar em Dresden, que pretendia abastecer com leite saudável. Mais tarde, seu irmão Friedrich juntou-se a ele no negócio.
Pfund conseguiu se estabelecer no mercado, desenvolvendo novos produtos e processos no setor, sem se descuidar dos aspectos higiênicos. Foi ele o primeiro na Alemanha, por exemplo, a produzir leite condensado. No ano de 1900, introduziria o processo de pasteurização em sua produção.
A pequena empresa cresceu rapidamente. Filiais foram abertas e aos funcionários foram oferecidas residências, creches e até mesmo um programa de assistência à saúde.
Resistindo à história
Depois da morte do fundador, em 1923, seus dois filhos – que ele havia enviado para estudar em Zurique – assumiram a direção do estabelecimento. Por incrível que pareça, o prédio não foi atingido pelos bombardeios que destruíram Dresden na Segunda Guerra Mundial.
A nostálgica leiteria também resistiu ao socialismo da antiga República Democrática Alemã (RDA), que a estatizou em 1972. No local, continuaram sendo vendidos queijos – embora apenas de três tipos –, leite e alimentos infantis. "A planejada reforma, com a destruição das paredes de azulejos, conseguiu ser evitada a tempo", conta Frank Zabel, o gerente.
Novo brilho nas paredes antigas
Após a queda do Muro de Berlim em 1989 e a reunificação alemã, o estabelecimento foi devolvido a um bisneto do fundador, que em 1995 reabriu a Dresdner Molkerei Gebrüder Pfund (Leiteria Dresden Irmãos Pfund). Cinco por cento dos azulejos tiveram de ser substituídos, o resto pôde ser restaurado, diz Zabel.
No balcão de quatro metros de comprimento, pode-se degustar (e comprar) 120 tipos de queijos e leite. Por trás das portas preservadas da antiga câmara fria, estão hoje modernos sistemas de refrigeração. No primeiro andar fica o restaurante, que oferece especialidades – feitas com laticínios, naturalmente.
No cantinho de suvenires, podem-se adquirir cópias dos azulejos pintados e nostálgicas placas de publicidade de derivados de leite. O pequeno estabelecimento é tão popular, que os ônibus turísticos chegam a criar engarrafamentos diante de suas portas. "A cada dia, recebemos cerca de mil visitantes. Aqui as pessoas mergulham em outro mundo e se deixam encantar por ele", conta Zabel.
Eu nunca quis... eu nunca precisei... Mas hoje, como eu gostaria de ter mais poder! Queria deter o mistério dos mandalas, desvendar o segredo da Flor de Ouro, encontrar o mapa, achar o tesouro...
Com os quatro elementos da natureza, eu seria vitorioso, com certeza! Fogo... água... terra... ar... Em qual deles estará oculta a magia, que a minha dor, eliminaria?!
Oh céus, é tão pouco o que eu preciso! Apenas ver brilhar de novo, um sorriso... Salamandra... socorre-me! Ensina-me o caminho, retira os espinhos, os pássaros não vivem sem ninhos!
E quando se entristecem, calados permanecem. Voando de asas quebradas, um dia perecem... Que será de mim? Simplesmente... o fim? Sem esse canto, jogarei meu manto, deporei as armas... morrerei... sem pranto!
Mas o poder existe... eu sei que sim! Não foi outro, senão Deus, a ensinar pra mim. Está no mar... no ar... está num doce olhar! Ele que planta em nossa alma, sementes coloridas, e faz florir no coração, as brancas margaridas!
Mais uma vez, vou confiar, acreditar! Se eu convencer o fogo, a água, a terra e o ar, terei nas mãos, o sempre tão almejado poder! O grande segredo, que do poder é tutor, são quatro letrinhas que dizem tanto... chama-se: AMOR!
" Se nem um gênio conseguiu isso... Quem conseguirá na vida desvendar esta proeza???
Um homem caminhava pela praia e tropeçou numa velha lâmpada.
Esfregou-a, um gênio saltou lá de dentro e disse:
- Ok você libertou-me da lâmpada, bla, bla, bla; esqueça aquela historia dos três desejos, você tem direito a um desejo apenas. Diga o que quer. O homem pensou por um instante depois disse: Eu sempre quis ir ao Arquipélago de Fernando de Noronha , mas tenho medo de voar. De navio costumo ficar enjoado. Você poderia construir uma ponte ate Fernando de Noronha para que eu pudesse ir de carro? O Gênio riu: - Impossível; pense na logística do assunto. São ilhas oceânicas afastadas da costa como é que as colunas de sustentação poderiam chegar ao fundo do atlântico?? Pense em quanto concreto armado, quanto aço, mão-de-obra... Não, De maneira alguma! A ponte não pode ser! Pense em uma coisa mais razoável. O homem compreendeu e tentou pensar num desejo realmente bom. Finalmente disse: - Sabe, eu fui casado quatro vezes e quatro vezes me separei. Minhas esposas sempre disseram que eu não me importava com elas e que sou um insensível. Então meu desejo é poder compreender as mulheres: Saber como elas se sentem por dentro... o que elas estão pensando quando não falam com a gente .... Saber porque é que estão chorando.... Saber o que elas realmente querem quando não dizem nada..... Saber como fazê-las realmente Felizes! O Gênio respondeu: - Vai querer a ponte, com duas ou com quatro pistas?
Fábio Pozzebom/ABr Corre na 13ª Vara da Justiça Federal no DF umaaçãocontra Lula e o ex-ministro da Previdência Amir Lando (PMDB).
Autor do processo, o Ministério Público Federal acusa a dupla do crime de “improbidade administrativa”.
A encrenca nasceu no final de 2004, segundo ano do primeiro reinado de Lula.
Entre outubro e dezembro daquele ano, o INSS enviou 10,6 milhões de cartas a aposentados.
Assinado por Lula e Lando, o texto informava aos brasileiros de pijamas que podiam obter empréstimos consignados com juros reduzidos.
A lei que permitiu aos segurados da Previdência contrair empréstimos do gênero era coisa velha. Havia sido sancionada dez anos antes.
Não havia, portanto, nada de novo a informar. Para a Procuradoria, o objetivo foi o de autopromoção do ex-soberano e do então ministro.
Pior: o INSS acabara de assinar, em procedimento relâmpago (duas semanas), um acordo com o banco BMG.
A casa bancária de Minas, que seria pilhada no escândalo do mensalão em 2005, era à época a única instituição apta a operar empréstimos consignados.
Para a Procuradoria, além da promoção pessoal, Lula e Lando beneficiaram irregularmente o BMG.
A impressão e a postagem das cartas custou à Viúva R$ 9,5 milhões. O MPF pede à Justiça que condene Lula e Lando a devolver o dinheiro ao Tesouro.
Num pedido de liminar, a Procuradoria requer que sejam bloqueados os bens da dupla, para assegurar o ressarcimento em caso de condenação.
Consta dos autos auditoria do TCU, que esquedrinhou a operação das cartas, tachando-a de irregular.
Verificou-se que, depois da condenação do TCU, o INSS interrompeu o envio das correspondências. Em 2005, mandou ao lixo meio milhão de cartas.
Aberto há um mês, o processo encontra-se na fase de “intimação dos réus”. Se condenados, Lula e Lando sujeitam-se a outras punições além da devolução da verba.
Entre as sanções estão: suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e perda de aposentadorias.
- Serviço: Aqui, a íntegra da ação do Ministério Público Federal. É datada de 26 de janeiro de 2011. Tem 68 páginas.
Todos passamos por momentos difíceis vez ou outra na vida. Muitas vezes parece que o mundo se derrama sobre nós com a fúria dos ventos e das tempestades e nos sentimos levados por uma espiral enlouquecida que derruba tudo ao nosso redor até que nada familiar reste.
Se começarmos a sofrer por algo, é preciso aceitar essa situação e não fugir dela. Devemos, sim, ir ao seu encontro já nos primeiros sinais, descobrir suas causas, e reajustar o caminho, antes que uma pequena dor se transforme num monstro maior do que nós
Não há como evitar, por mais que tentemos, por mais cuidadosos que sejamos, não podemos evitar os movimentos dolorosos da vida. Como um vulcão, a dor muitas vezes brota de dentro de nós cuspindo fogo e labaredas.
Outras vezes parece um mar em fúria que nos engole com suas ondas incontroláveis. Existe ainda aquela dor persistente que vai nos enlouquecendo aos poucos, algo parecido com o que sentiríamos se nos sentássemos sobre um formigueiro.
Não importa a natureza do desafio, uma coisa é verdade:
Quanto mais resistimos, mais expostos e vulneráveis ficamos!
Seja lá qual for a forma como a dor venha visitar você, receba-a em sua sala de visitas. Sirva-lhe um chá quente e saboroso. Cuide para que vocês tenham alguns momentos da mais profunda paz. Olhe bem no centro de seus olhos e pergunte-lhe:
- Por que você veio me visitar? O que quer me dizer?
Não tente evitar ou negar a dor. Isso é impossível. Converse com a dor. Ouça seus argumentos: pergunte-lhe a razão de sua visita.
A dor é uma mensageira da alma. Sofremos quando insistimos em ficar estagnados. Sofremos quando nos recusamos a fazer um movimento necessário. Sofremos quando resistimos à vida. A dor é uma mensageira que vem com a missão de nos fazer caminhar, seguir adiante.
É claro que não há como evitar tudo isso, mas sempre podemos escolher. Podemos resistir ou nos mover. Quanto mais resistimos, mais dói. Quando nos movemos, deixamos para trás o que nos fazia sofrer até que um dia aquilo se torna uma lembrança que, se bem trabalhada, ganha o status de sabedoria.
A dor vem para trazer algo à tona, para nos fazer ver o que nos recusamos a enxergar, vem para abrir nossos olhos, para rasgar nosso coração, para despertar a nossa consciência. É a alma nos alfinetando porque nos quer mais felizes. Não é uma punição, não é uma maldição, é um ato de amor do Universo tentando nos tornar ainda melhores do que somos.
Não que esse seja o único caminho de crescimento e transformação, é claro que existem trilhas mais amenas. Mas mesmo nestas, vez ou outra pisamos em um espinho, topamos com uma pedra ou somos picados por uma abelha irada que teve sua colmeia perturbada por nossa distração.
Assim, quando estiver imerso em algum tipo de dor, evite a tentação de fugir dela.
Plante-se bem no meio daquela sensação, abra os ouvidos e ouça o que ela tem a lhe dizer. Feito isso, levante-se, erga a cabeça e mova-se.
Evite mascará-la criando falsos estados de fortaleza. Muitas pessoas associam dor à fraqueza e a escondem até de si mesmos. Fingem que não estão sofrendo e com isso afastam-se da ajuda possível - aquela que vem da própria dor.
Outro dia eu li que algumas pessoas nascem sem a possibilidade de sentir dor, fisicamente falando, e que essas pessoas são muito vulneráveis. Imagine se você tiver uma apendicite e não sentir nada? Imagine se tiver uma úlcera e não sentir nada?
A dor é protetora!
A dor nos protege de nós mesmos. Se seguíssemos sempre em sintonia com os movimentos da vida não precisaríamos sentir dor. Fique atento sempre que algo for dolorido para você. Reajuste seu caminho logo nos primeiros sinais.
Não espere que a dor tenha que se tornar monstruosa para que você a ouça.
Assim, quando uma abelha picar você, não a mate... apenas lhe peça para ser mais específica!
Foi descoberto que o nosso cérebro tem um Bug. Aqui vai um pequeno exercício de cálculo mental!!!!
Este cálculo deve fazer-se mentalmente (e rapidamente), sem utilizar calculadora nem papel e caneta!!!
Seja honesto... faça cálculos mentais...
Tens 1000, acrescenta-lhe 40. Acrescenta mais 1000. Acrescenta mais 30 e novamente 1000. Acrescenta 20. Acrescenta 1000 e ainda 10. Qual é total?
. . . . . . . . . . .
O teu resultado = 5000·
A resposta certa e 4100 !!!!
Se não acreditar, verifique com a calculadora. O que acontece e que a sequencia decimal confunde o nosso cérebro, que salta naturalmente para a mais alta decimal (centenas em vez de dezenas).· ------------------------------------------------------------------------
2º TESTE:·
Rápido e impressionante: conte, quantas letras 'F' tem no texto abaixo sem usar o mouse:·
FINISHED FILES ARE THE RE- SULT OF YEARS OF SCIENTIF- IC STUDY COMBINED WITH THE EXPERIENCE OF YEARS
Contou?
Leia abaixo só depois de ter contado os 'F'.
OK?
Quantos??? 3??? Talvez 4???·
.. ...
Errado, são 6 (seis) - não é piada! Volte para cima e leia mais uma vez! A explicação está mais abaixo·
O cérebro não consegue processar a palavra 'OF'.
Loucura, não? Quem conta todos os 6 'F' na primeira vez é um 'génio', 3 é normal, 4 é mais raro, 5 mais ainda, e 6 quase ninguém.·
Alguma vez já se perguntaram se somos mesmo diferentes ou se pensamos a mesma coisa? Faça am este exercício de reflexão e encontrem a resposta!!!
Siga as instruções e responda às perguntas uma de cada vez MENTALMENTE e tão rápido quanto possível mas não siga adiante antes de ter respondido a anterior. Surpreendam-se com a resposta!!!
Agora, responda uma de cada vez:·
Quanto é:
15+6
....21...
3+56
....59...
89+2
...91...
12+53
.......65...
75+26
....101...
25+52
....77...
63+32
...95....
Sim, os cálculos mentais são difíceis mas agora vem o verdadeiro teste. Seja persistente e siga adiante.
123+5
..128....
RÁPIDO! PENSE EM UMA FERRAMENTA E UMA COR!·
.......
E siga adiante...
.......
Mais um pouco...
........
Um pouco mais...
........
Pensou em um martelo vermelho, não é verdade???
Se não, você faz parte de 2% da população que é suficientemente diferente para pensar em outra coisa.
98% da população responde martelo vermelho quando resolve este exercício.
Seja qual for a explicação para isso, mandem para seus amigos para que vejam se são normais ou não!
Explicação do martelo: Você pensou em um martelo vermelho?
É bem provável que sim. Se não foi vermelho, provavelmente foi amarelo - e se não foi um martelo, provavelmente foi uma chave-de-fenda.
Pode parecer impressionante, mas não há nada de mágica ou telepatia eletrônica nisso. Apenas acontece que, de todas as ferramentas, martelos são os mais usados e conhecidos. E, por razões de segurança, é comum os cabos de ferramentas serem vermelhos, bem visíveis, mesmo que martelos de cabo vermelho não sejam exatamente comuns. Quando o cérebro se vê defrontado com o pedido de evocar uma ferramenta, ele resgata as representações mais fortemente associadas à idéia de "ferramenta". Reforçadas pela experiência, as conexões entre os neurônios que fazem as representações mentais de "ferramenta", "martelo" e "vermelho" devem ser muito mais fortes do que, por exemplo, "ferramenta", "torquês" e "rosa". Portanto, não é um instrumento de ferro rosa que lhe vem à mente, e sim, provavelmente, o tal martelo vermelho. E não, você não é anormal se tiver pensado em qualquer outra cor ou ferramenta. É apenas um pouco diferente...
As rosas florescem tão belamente porque elas não estão tentando se tornar lótus.
E os lótus florescem tão belamente porque eles nunca ouviram as lendas sobre as outras flores.
Tudo na natureza acontece tão belamente em harmonia porque ninguém está tentando competir com ninguém, ninguém está tentando se tornar qualquer outra pessoa. Tudo é do jeito que é.
Observe o que isso quer dizer!
Seja somente você mesmo e lembre-se que você não pode ser nada além disso, independente do que faça.
Maluf e todos os demais ladrões do herário público, estamos de olho em seus saldos bancários existentes nos paraisos fiscais.
A coisa vai ficar séria para a Suiça.
Olha aí o problema da transparência!... e do Fisco!...
Que o mundo está mudando ,está. Muitas coisas no ar, muitas coisas acontecendo....clima estranho de acerto de contas da humanidade. Que mundo será este que está chegando, que nossos filhos e netos irão ver? Seria este caos o caminho da melhora? Será que o ser humano vai tomar jeito dentro de algum tempo ou vai ser preciso apanhar mais para aprender?
estranho, muito estranho..
Seria o fim de uma era?
A maior lavandaria de dinheiro do mundo começa a falir e poderá arrastar consigo, um país inteiro !
A Suíça tremula. Zurique alarma-se. Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.
Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço. O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira. A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça, viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para fraudar o fisco.
O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos. Os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada, tranquilamente. Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado. Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais! O banco protestou. A Suíça está temerosa. O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal. Mas como resistir! A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios. Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente. Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714. No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nosEstados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraçaalheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas. Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica. Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 bilhões de francos suíços ou 201 mil milhões de dólares. E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira. O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três trilhões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários. Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros "offshore" do mundo, bem à frente de Luxe mburgo, Caribe ou o extremo Oriente. Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos. O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento... Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi? Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos, de militares de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Mafia Russa? Quantos actuais e ex-governantes, pres identes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municipios têm chorudas contas na Suiça? Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram? Porque, após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça? Tudo lá ficou para sempre e em segredo... Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos. Na minicúpula europeia que se realizou em Berl im, em preparação ao encontro do G-20 em Londres, França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais. "Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel. No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico, Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias. Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade econômica mundial, todas as tentativas eram abortadas. Hoje, estamos em crise. Viva a crise!!! Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido. Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone. Sob que pretexto? Fraude fiscal.
Para muito breve, a queda do império financeiro suiço e dos demais paraísos fiscais!
"Uma coisa é tomar consciência do que deve ser mudado, outra é acertar a medida. Experimentaria muito, quanto fosse necessário, porque não haveria ponto de chegada, mas sínteses a exigirem novas experimentações"
Enquanto colocava no outro a culpa pelo seu desassossego, até que sentia certo alívio, embora não saísse do lugar; mas a partir do instante em que Clarita começara a se perceber melhor e a responder pelos resultados das próprias atitudes, passou a duvidar de que pudesse dar conta de tamanha responsabilidade. Deste momento de passagem não poderia escapar; se quisesse, de fato, enfrentar um processo de mudança.
Primeiro, deveria considerar as frustrações como aprendizado, quando batesse a vontade de refazer caminhos percorridos. No máximo, poderia tirar uma lição daqui e dali e ir buscando, aos poucos, maneira mais eficaz de lidar com as novas situações. Isto implicaria, entre tantos, considerar os próprios limites e os do outro; identificar e descartar ilusões; não se deixar melindrar com opiniões a seu respeito, a ponto de deixar escapar o que pudesse vir como acréscimo; não ter medo de quebrar as suas e as demais expectativas, e dizer não, quando necessário.
Em segundo lugar, precisaria dar tempo ao tempo. Uma coisa é tomar consciência do que deve ser mudado, outra é acertar a medida. Experimentaria muito, quanto fosse necessário, porque não haveria ponto de chegada, mas sínteses a exigirem novas experimentações. Nem sempre conseguiria expressar com clareza o que lhe ia por dentro, mas continuaria tentando.
Deveria, ainda, aceitar suas contradições, a instabilidade própria de quase todo querer. Ora teria todas as certezas, ora certeza nenhuma. Procuraria, quanto possível, fazer as escolhas que pudessem lhe trazer mais prazer, além de terminar o máximo de coisas que houvesse começado.
Entenderia que, depois de tudo, por melhor que se saísse em cada etapa, nada de surpreendente estaria à sua espera do outro lado, mesmo porque nem haveria o outro lado, apenas um continuum. Como em espiral, teria a impressão de passar pelo mesmo, mas diferente.
O fruto de seu esforço talvez nem trouxesse mais a lembrança daquilo que motivou Clarita a iniciar sua busca. A mudança poderia significar apenas amansar a ira, aproximar-se dos próprios desejos, sentir-se um pouco mais livre do predador interno, esvaziar-se de culpas, de ressentimentos e, consequentemente, exercer com mais confiança o carinho que ainda tinha por si e pelo outro. Um bem-estar, um sono tranqüilo. Não é pouco.
da Amiga Angelina Garcia, especialista em Linguagem, com cursos em Processo Criativo e Psicologia Profunda; Análise do Discurso e Neurolingüística
Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco. Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
-Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo.
Numa determinada manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu e o povo disse:
-Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!
-Não cheguem a tanto, retrucou o velho. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai acontecer?
As pessoas riram do velho. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho, você estava certo. Não se tratava de uma desgraça, na verdade se tornou uma benção.
-Vocês estão se adiantando mais uma vez, disse o velho. Apenas digam que o cavalo está de volta. Quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Se você lê apenas uma única palavra de uma sentença, como pode julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente acreditavam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo... O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram:
-Você tinha razão, novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas e na sua velhice ele seria seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca.
-Vocês estão obcecados por julgamento, ponderou o velho. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se, porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. Elas vieram até o velho e disseram:
-Você tinha razão, velho - aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
-Vocês continuam julgando, retrucou o velho. Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Ninguém sabe se isso é uma benção ou uma desgraça.
Quem julga fica obcecado com fragmentos, pula para as conclusões a partir de coisas pequenas, deixa de crescer. Julgamento significa um estado mental estagnado.
Um dia, o Senhor chamou Noé que morava no Brasil e ordenou-lhe:
- ANTES DE 21.12.2012 , 6 meses antes ,( NOVO FIM DO MUNDO ) farei chover ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que o Brasil seja coberto pelas águas.
Os maus serão destruídos,
mas quero salvar os justos e um casal de cada espécie animal.
Vai e constrói uma arca de madeira.
No tempo certo, os trovões deram o aviso e os relâmpagos cruzaram o céu.
Noé chorava, ajoelhado no quintal de sua casa,
quando ouviu a voz do Senhor soar furiosa, entre as nuvens:
- Onde está a arca, Noé?
- Perdoe-me, Senhor suplicou o homem.
Fiz o que pude, mas encontrei dificuldades imensas:
Primeiro tentei obter uma licença da Prefeitura,
mas para isto, além das altas taxas para obter o alvará,
me pediram ainda uma contribuição para a campanha para eleição do prefeito.
Precisando de dinheiro, fui aos bancos e não consegui
empréstimo, mesmo aceitando aquelas taxas de juros ...
O Corpo de Bombeiros
exigiu um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui contornar, subornando um funcionário.
Começaram então os problemas com o IBAMA e a
FEPAM para a extração da madeira.
Eu disse que eram ordensSUAS, mas eles só queriam saber se eu tinha um "Projeto de Reflorestamento " e um tal de
"Plano de Manejo ".
Neste meio tempo ELES descobriram também uns casais de
animais guardados em meu quintal..
Além da pesada multa, o fiscal falou em "Prisão Inafiançável " e eu acabei tendo que matar o fiscal, porque,
para este crime, a lei é mais branda.
Quando resolvi começar a obra, na raça,apareceu o CREA e me multou porque eu não tinha um Engenheiro Naval
responsável pela construção.
Depois apareceu o Sindicato exigindo que eu contratasse seus marceneiros com garantia de emprego por um ano.
Veio em seguida a Receita Federal, falando
em " sinais exteriores de riqueza " e também me multou.
Finalmente, quando a SecretariaMunicipal do Meio Ambiente pediu o " Relatório de Impacto Ambiental " sobre a zona a ser inundada, mostrei o mapa do Brasil.
Aí, quiseram me internar num Hospital Psiquiátrico!